Brokeack Montain
Vi sábado e chorei... Sei que não é um filme pra tanto, mas é que o filme, em certa medida, reproduz muito da história amorosa que eu vivi: um cara apaixonado, que sonha em manter um relacionamento assumido e o outro, apesar de não assumir, também não vive outra história (a cena da briga dos dois é muito marcante). Um relacionamento que perdura ao longo de muito tempo, mas vai ficando sem perspectivas: o que quer assumir o relacionamento, apesar de não se conformar com a situação, acaba aceitando por medo de perder o parceiro (antes desse jeito do que de nenhum). O parceiro, por sua vez, nem rompe de vez (porque também não quer perder o outro, mas tem medo da reação das outras pessoas) e nem resolve encarar de vez. Até que chega num ponto em que o que quer assumir se cansa da atitude do parceiro de sempre criar empecilhos -hoje não, assim não, aqui não, agora não -e resolve partir pra outra. Me identifiquei demais... Mas qual será o final da minha história? A única coisa que sei é que, por agora, preciso viver o meu luto... e torcer pra não ser condenada por amar demais, como acontece com o personagem do filme...

1 Comments:
for god sake q num seja igual ao final do filme!!!
;)
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